
A franquia Ragnarok receberá um novo título no mercado brasileiro. A desenvolvedora Shanghai Dream Network confirmou a chegada de Ragnarok: Yggdrasil (ROY), um jogo que busca fundir a progressão tradicional de um MMORPG com mecânicas de estratégia em grande escala no estilo SLG (Simulation Game / War Strategy).
O título terá um teste em fase de Beta Aberto no Brasil, com previsão de lançamento para o final de novembro. O jogo será cross-platform, com versões confirmadas para PC, Android e iOS.
A Shanghai Dream Network é o mesmo estúdio responsável por outras adaptações da marca, como Ragnarok X: Next Generation (ROX) e Ragnarok: Revival, além do título Qin Shi Ming Yue.
Uma estrutura dividida entre MMORPG e conquista territorial
A proposta central de Ragnarok: Yggdrasil é integrar em um único ambiente dois perfis de jogabilidade que costumam operar de forma separada:
- A camada de MMORPG: Focada no desenvolvimento individual do personagem, exploração de mapa, combates cooperativos no formato PvE (jogador contra ambiente) e confrontos PvP diretos.
- A camada de estratégia (SLG): Centrada no gerenciamento de recursos, domínio de territórios, organização de alianças e controle geopolítico do mapa do jogo.
Para a construção de personagens, o jogo disponibilizará seis classes iniciais. Um dos recursos do sistema é a possibilidade de alternar livremente entre as classes sem perder o progresso acumulado, permitindo que os jogadores ajustem suas funções de acordo com a necessidade das batalhas ou estratégias do grupo.
A Guerra do Reino Divino e a divisão do mapa
A ambientação do jogo utiliza a árvore Yggdrasil, vinda da mitologia nórdica, como ponto central de uma disputa territorial contínua conhecida como Guerra do Reino Divino. No enredo e na estrutura de jogo, os participantes são divididos entre seis facções divinas que lutam por recursos, influência e áreas do mapa.
A geografia estratégica do jogo é composta por dados específicos de progressão:
- 76 cidades: Centros urbanos que funcionam como pontos de controle e desenvolvimento no mapa global.
- 30 passagens estratégicas: Pontos de estrangulamento geográfico que conectam as regiões e funcionam como frentes de avanço militar.
O acesso a esses territórios não ocorre de forma imediata. O mapa é liberado progressivamente ao longo das temporadas, exigindo que as guildas e facções planejem a tomada de passagens para abrir novos caminhos de conquista.
Batalhas em larga escala com até 300 jogadores
Na parte competitiva, o jogo suporta confrontos massivos em tempo real que podem reunir até 300 jogadores simultaneamente no mesmo campo de batalha.
Nesses cenários de conflito ampliado, a liderança ganha papéis mecânicos próprios. Os comandantes de cada facção possuem habilidades específicas para direcionar forças, definir alvos estratégicos, distribuir recursos em tempo real e alterar a dinâmica das frentes de combate.
A empresa informou que mais detalhes sobre o funcionamento das guildas e sistemas de monetização serão revelados no período que antecede a abertura do Beta em novembro.